Carioca na veia, mas com os pés plantados em todos os cantos do trap mundial. Vivo naquele som pesado que te tira do sofá—seja o drill cutting edge, o trap baiano que balança, ou aquele trap pesado que te deixa com os músculos doloridos no dia seguinte. Meu gosto musical é meu passaporte: desde os beats de Detroit até os flows cearenses, passando por Matuê, Djonga e todo aquele underground que não toca na rádio. Autêntico demais pra fingir, intenso demais pra ignorar.